terça-feira, 8 de setembro de 2009

Só no sapatinho.

Gentes, tenho um milhão de causos diferentes pra contar, dos bons e dos melhores ainda, mas ultimamente minha vida anda subindo descendo e quebrando de ladinho, correndo mais rápido que montanha-russa...

Queria ter tempo pra postar, mas como não tenho, procurei por uma imagem que sintetizasse tudo o que tenho passado, como tenho me sentido, como tem estado a minha vida mesmo, sabe? Então.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

#xixicocô


Hoje, eu estou me sentindo super flagelado pela vida.

O meu nariz tá até assado de tanto escorrer. Só pelo lado esquerdo, não sei porque, mas não para. Já ouvi todo meu repertório de músicas bad trip, e também estou numa bad trip.

Primeiro porque é quinta-feira, e era pra ser um dia super feliz, porque já ta perto da sexta. Mas porque me importar com a sexta de qualquer forma se não tenho dinheiro e nem permissão pra sair, mesmo tendo 20 anos, não é? O segundo motivo é porque hoje meu dinheiro acabou DE VEZ. O terceiro é porque hoje fui tirado da cama pra arrumar o quarto. O quarto é porque não me sinto amado. Ao menos não por quem eu queria...

Engraçado, não que eu seja exigente. Só não sou convêncional, confesso... Mas será que o universo inteiro ainda não percebeu que eu sou gay? Pô! Nem meus tios não me perguntam mais sobre a "namorada"! E acho sinceramente que eles não perderam o interesse, mas sim a esperança...

Ok, não sou uma pintosa. Mas gosto das SPICE GIRLS! Fui ao show da MADONNA! Tenho uma jaqueta com golas e mangas CYANO! Estudo DESIGN! Não sei quem ou o que é um zagueiro (nem se escrevi isso certo)! Não tenho time! E ainda assim... Consegui o feito, de despertar a atenção e o interesse, não de uma, mas de DUAS... garotas!

Certo, uma tem 14 anos, ainda não tem malícia. É uma paixãozinha pueril, talvez passe se eu fizer aloca e fingir que não percebo. Mas outra já tem 18, já devia perceber algo de estranho no meu perfil do orkut, com comunidades como "VAMO PRA BUATCHY?"... Mas não! Continua stalkeando e querendo atenção no msn!

Quanto a garotos, incrível como os gays nem parecem me enxergar! Os que me enxergam (no orkut), são do interior do estado, moram muito longe, Márcio! Nem dá pra se iludur... Como faz?

O que é? O que há de errado? EU NÃO PAREÇO HÉTERO! Pareço?
Seria eu uma Usurpadora? Tô mas pra Paulina... Ai!

Eu não me lembro a fórmula do amor...

E meu nariz não para de pingar! CU!
To me sentindo super flagelado pela vida.


domingo, 23 de agosto de 2009

Papai é um brincalhão.


Festinha infantil. É a segunda ocasião em que geralmente o elenco principal, o núcleo protagonista da família se reúne, vindo seguido dos enterros, evento de muito maior audiência, onde até mesmo os coadjuvantes - leia-se primos de Sorocaba e outros confins do universo - comparecem. Isto só pode significar uma coisa: se você der um vexame, será lembrado por todos, e por muito tempo.

Considerando que o máximo que dá pra fazer em um enterro é desmaiar, querer ir junto com o morto, ou em casos menos convencionais, por algum motivo, derrubar o caixão... Festinhas infantis, por envolverem bebida alcoólica, são de longe mais perigosos! Então...

Ontem: Pula-pula, coxinha, guaraná, bolo, balões, gorfo de neném, cheiro de Jhonsons baby, carne-louca e gente louca reunidos.

Ok, não estavam loucos, mas a cerveja latão já tava acabando, e a faceirice dos titios e do papai só começando. Eu tinha bebido só três, tava bom, só rindo moderadamente das besteiras e das brincadeirinhas, me sentindo parte da família sabe? Pois é.

Bolo vai, bolo vem, parabéns, piada do tio, piada do pai... Faceirice. Até que minha tia me pediu pra eu subir nas cadeiras e começar a soltar os balões da decoração pra dar pra molecada, e lá fui eu, me sentindo leve. Pronto! Você já esta aí pensando que cai da cadeira em cima da mesa do bolo e rasguei minhas roupas depois que elas pegaram fogo ao encostar na decoração pirotécnica, né? Errou! Aconteceu o seguinte:

Deixei umas bexigas com meu tio pra ele dar pro meu primo pequeno, ele colocou elas no colo e ficou conversando, até que papai surge do chão gritando aloca e diz: VAMO ESTOURAR! Pula sentado no colo do titio e estoura todos os balões duma vez. Ok. Se ele não tivesse estourado junto dois pés da cadeira, e tivesse ido parar no chão sentado no colo do titio.
Pausa dramática.Todos riem.

Primeiro fiquei em choque, mas então comecei a rir feito uma hiena. GENTE! Como assim? Minha mãe já ficou puta, soltou um VAMO EMBORA! PRA MIM A FESTA ACABOU, SEU PALHAÇO! As risadas foram minguando, papai levantou cabisbaixo... Fomos embora.
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Sabe, sei que meu pai fez uma besteira, mas acho que pela quantidades de besteira que fiz nos últimos tempos, foi a primeira vez em muito tempo partilhei algum sentimento com ele. Não que eu tenha apoiado, achado bom, mas quando ele soltou um "Desculpa, eu errei", me senti tão idiota quanto ele provavelmente estava se sentido, como me sinto sempre depois de protagonizar situações parecidas, e assim, simpatizei de alguma forma com ele, por um motivo tão adverso, como não simpatizava há anos. Ele também é um brincalhão. Deslizou.
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Hoje já ta tudo bem, ele ligou pra minha tia dona da festa e se desculpou. Será lembrado por alguns meses como um babaca... Acho triste, mas necessário.
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É o perico do álcool: o fogo.
Cada dia mais, acho menos divertido sair pegando fogo por aí!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Dia de maldade


Gente, Brasil não dá as caras?
Vou estar dominando este blog então!

Sempre tive uma paixão por vilãs bem más e inescrupulosas... Não é segredo pra ninguém, Risos! Então, só para não passar o dia em branco, estou dando meu recado para essa nação calor&bichodepé, que comigo: é no atropelo, travesty!



Sou mesmo uma fofa. Preciso de aula de etiqueta - ou de um par de ferraduras - o que me aproximar primeiro de uma pessoa ou de um cavelo, mas prefiro não refletir muito a respeito.

Não procurem a fonte desta imagem (que está ali embaixo, quase imperceptível), porque eu não quero ouvir reclamação de gente vomitando na mesinha do computador depois. Mas se a curiosidade for maior, dêem o feedback nos coments que vou adorar!
E só pra constar, achei por acaso, ok?! Hihi...

Xoxo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Bondes e rolês...


Hoje estava vindo trabalhar e refletindo...

O transporte público é mesmo um circo andante! Que delícia ficar observando cada tipo em seu banco, ou de pé, roçando a barriga/bunda em tudo ao redor sem ter opção enquanto torce pra que alguém desocupe logo um lugar.

Hoje tinha uma mulher, devia ter quase uns 60 anos, mas ela não parecia saber disso... Tava sentada no banco de frente, com uma calça bem justa, e uma camiseta larga de gola cortada a mão. Batia o cabelo loiro mais que uma travesti no ponto, tinha dois olhos quase imersos na pelanca, que ela – ousada – pintava bem de preto, e a bochecha era gorda mais caída, tipo um botox fail. Ela me lembrava a Márcia Goldschimitt, só que com mais cara de “manicura que venceu na vida” do que a própria já tem. Mexia a cabeça e os olhos que nem uma pomba maluca, olhando tudo ao redor, acho que esperando pegar alguém que estivesse olhando pra ela. Eu tava longe, e ficava só imaginando o que ela imaginava... Será que ela queria um romance com o cobrador pra não precisar pagar passagem nunca mais? Não sei... Mas falando nisso...

O transporte público também nos rende amores passageiros, literalmente – risos. Sabe, quando você encontra alguém que acha lindo – ou não – mas que dá vontade anyway? Daí começa a imaginar toda a situação: a pessoa te pergunta se você quer que ela segure (o que ta na sua mão) e você responde SIM! E se joga no colo dela! E vocês vivem um lindo amor, daqueles que você trata a pessoa como se ela tivesse problema mental... Até que ela desce e você enviúva de novo...

Tem também quem gosta de ouvir música, e quer todo mundo ouça junto. Acho lindo esse sentimento comum que invade, sobretudo, os fans do Calypso, e de funk xereca. Minha vontade é de baixar um exu de Charlotte Church e cantar o tema de Esperanza aos berros só pra fazer a erudita. Esses dias, num caso desses, no entanto, descobri uma bixa. O fone de ouvido tava tão alto que eu acompanhei todo o Sticky & Sweet com ela!

Eu por outro lado, gosto de ir sozinho no meu banco, é um momento de introspecção, e geralmente, por isso, quando encontro conhecidos, finjo que não os conheço!
No metrô, tenho um momento diva, em que atravesso o vagão a passos largos desfilando de uma ponta a outra, onde fica a porta que – já decorei – sai de frente pra escada rolante, e na hora de sair, vou na frente e subo a escada sem deixar ninguém passar na minha frente. É quando penso: É TUDO MEU!

Pronto! Fiz meu desabafo pau de arara.
Beijos!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A rainha do deserto.


Do deserto do Saara, sim, eu sou.

Eu poderia simplesmente passar rápido por você, querida leitora, e fingir que não a vi, fazer a egípcia mesmo, mas o começo dos relacionamentos, por menos íntimos que sejam, nunca é assim. Na verdade, o que manterei com vocês, fiéis, é justamente uma relação bff - best friends forever - mesmo não os conhecendo, pois sim: vocês me conhecerão.

Ok, vamos lá: Pra começar, sou jovem (o bastante pra ainda me dar ao luxo de dizer isso, ok?) e aparento ainda menos que minha idade. Sou uma pessoa extrovertida e funny, do sexo quase masculino. Não gosto de queijo e tenho alergia a àcaros. E a gente feia.

Minha vida amorosa é conturbada, começando pelo fato dos alvos de minha atenção, atração e possível candidatura para carícias, não pertencerem ao sexo oposto! Risos! Agora você entendeu o parágrafo anterior, eu sei. Minhas histórias - eu prometo - serão recheadas de surpresas desagradáveis e erros, que vem alternados com mínimos momentos de júbilo, movimento de sobe e desce este (upa!) que me leva a crer cada dia mais que Anthony Kiedis estava certo em Love Rollercoaster, hit do verão de algum lugar nos anos noventa quando ainda se usava conjunto de moletom colorido e isso era ok.

Caso você venha a se tornar um fã ardiloso e maniaco, me deixa seu número que eu:
Te amo lá fora.



Alô paixão?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O que é amar lá fora?

Inspiridos na diva Thalia, em uma de suas visitas ao Brasil na década de noventa, e na celebre frase que virou chavão e comunidade do orkut, decidimos batizar nosso blog assim, pra falar de todas as desventuras do amor e/ou fora dele.
Pra quem não se lembra do diálogo Gugu - Thalia, segue simulação:

G: - Thalia no Brasil todo mundo te ama!
T: - Tê adóro Brasíle!

E depois de cantar "Y a mucha honra
Maria la del barrio soy"...

G: - Thalia, lá fora todo mundo te adora!
T: - TÊ ÂMO LÁ FÓRA!

Busquem vídeos no youtube.
Mas se acharem nos avisem, ok?

E para dissertar sobre todos os percalços desse ciclo sem fim, que é a vida (des) amorosa, temos a charmosa mistura de : Brasil com Egito.

Esperamos que gostem, e façam bom aproveito do nosso conteúdo - e da falta dele também.

Bjs.

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